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quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Liberdade Utópica

Ai como eu queria ser escravo!
Ter nascido na época de outrora, filho de negra,
Nascido escravo!
Ter a vida acorrentada pela cor de minha pele não é gosto pra se ter
Mas ter comida em fartura e pança cheia é a vida boa de um escravo.
Cá estou eu, nas lavrouras, livre.
Liberdade ironica, forjada.
Cá estou, nas lavrouras, trabalhando e sentindo fome.
Consumindo um décimo do que consumia um escravo na década passada.
Quem dera eu fosse um escravo!
Quem dera a civilização na fosse irônica a ponto de um campônes ser doente e desdentado e um índio forte e saudável.
Satisfar-me-ia sendo até mesmo um índio saudável que não se mistura com os brancos.
Satisfar-me-ia se a tão amada e idolatrada liberdade fosse realidade e não utopia,
E se um trabalhador, honesto e de alma acorrentada não passasse fome
No lugar dos escravos e dos índios, de alma livre.

(Chanice Magalhães)


Eu passei 15 dias de férias numa excursão pra Disney durante dez dias e um cruzeiro pro Caribe, Bahamas, durante 5.
Passei a viagem inteira ouvindo todos à minha volta reclamarem de TUDO, desde a coisa mais insignificante até a mais irritante... Mas eu penso... Será que eles realmente tinham o direito de reclamar? Estar numa viagem dessas, enquanto pessoas morrem de fome a cada 3 segundos no mundo e conseguem ter uma vida que elas julgam feliz? Até que ponto isso deixa de ser imaturiadade e passa a ser ridículo?

Eu acho que a gente tem que aprender a agradecer o que tem e parar de reclamar do que nao tem.

1 comentários:

Matheus Moreto disse...

AI! botei MUITA fé! parabéns